Quem a faz, senão nós?
E afinal, a escrevemos da melhor maneira?
Não nos ensinam a planejá-la na infância, a não ser pelas obrigações e cuidados relacionados ao carácter.
Mas quem define os caminhos da essência e do espírito? Em um mundo tão complicado de se entender, nos deparamos em idade mais avançada com muitos questionamentos sobre a finalidade da vida.
E como devemos proceder?
Como construir uma história digna?
Quem define a dignidade e onde a verdade reside?
Os valores que a sociedade pratica nem sempre nos trazem tranquilidade. E daí partimos em uma busca pela verdade que nem sempre condiz com o pensamento geral. Para que consigamos escrever nossa história precisamos acreditar na sinalização do caminho, para seguir sem incertezas devemos entender completamente a linguagem das placas indicativas.
Que todos tenhamos a capacidade de escolher os caminhos em paz, que tenhamos liberdade na construção de nossas crenças, escrevendo histórias belas de vidas totalmente sinceras.
0 comentários:
Postar um comentário